segunda-feira, 5 de outubro de 2009

vens

eu queria poder juntar tudo juntinho numa coisa só! estou inquieta, insatisfeita, com coisas por falar.. a gente precisa fazer de muito um tudo pra mudar!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

...


Querer-se livre é também querer livres os outros.
simone de beauvoir

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Parte I


Nas margens maculadas do Ipiranga

O clamor de um povo padecido.

O opaco brilho do sol escaldante,

Incendeia os braços do São Francisco.


Se o Senhor queria igualdade

Os braços fortes fizeram o oposto;

No nosso seio prevalece a dor

Conseqüente da incessante disparidade.


Ó Pátria desalmada!

Acalenta-me

Salve-se! Salve-se!


Brasil, queremos o sonho, viver a utopia.

Sem amor e esperança o solo enfraquece

No teu formoso céu permanece a usura e mesquinharia;

Do Real nos tornamos pura serventia.


Os gigantes tomam não só a natureza!

És belo, és forte e poderoso...

Mas o futuro já é escravo da nobreza.


Terra falsamente aclamada

Entre outras mil

Tentas ser tu, ó Brasil

A Pátria ufana!

Mas dos filhos deste solo sois servo gentil

Pátria amada(?),

Brasil!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

eu lhe asseguro
são vinte e cinco centavos mais cinqüenta ave Maria
são minhas mão nesse chão
e os gado do patrão
mas eu lhe asseguro são cinqüenta ave maria

oh meu sinhor você que é o dotor
eu lhe peço leite a modo minha família tomar
eu lhe peço arrego,num é nem pra me sustentar
é só uma ajudinha que o sinhor vai me dar

já pedi a são pedro um pouco de suas lágrima
o danado ás vezes bota a se demorar
mas eu me vorto a rezar
é pai nosso,divino espírito santo
craro que ave maria
um dia,mermu que morto
eu hei de descansar
debaixo das terra
do meu divino ceará.

sábado, 1 de dezembro de 2007

codificando

Das fumaças saia dinheiro
Mais o ctrl alt
E sua tecnologia.

Nas calçadas as cóleras e seus deletes
As putas e seus versos
Os poetas e seus infernos

Nas ruas não há meninos
Nos meninos não há asfalto
No fundo da garrafa
O odor da rosa à essência da cor
Da cola.

Vi silva,vi batista
Vi vilela,vi calheiros
Na protuberância do circo brasileiro

Do sertão ao cerrado
Da caatinga ao extremo da América de trapos
Os rebanhos emergem
Os campos adormecem
Enquanto o império nos converte.

Marco o ponto
volto para casa
volto para o aconchego de minha mulher sagrada
Respiro,penso
Logo sento à mesa no lamento

Nutro a multidão
vou dormir liso
Com apenas o número
De minha identificação.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

. . .

Alguma coisa...
é!
Vejamos algo que nos inspire de forma circular e calma.
Vejamos algo nobre e simplificado.

Não quero obedecer a regras.
Não quero julgar sistemas.

Preciso de algo não vago.
Preciso de planitude exata talvez.

Aquela mulher ou aquele homem
eles se misturam...
isso não é vago!
Não queria os três pontos. Essas reticências infinitas que nos deixam inexatos e naquela constante busca do que se pode vir depois daquilo.
Ontem eu o vi.
Eu vi?!
Eu senti talvez...
VAGO!VAGO!VAGO!
REPETITIVAMENTE VAGO E INEXATO!
Viva ao ''i'' ao ''nexo'' ao ''ato''!
Viva ao que percorre esse ciclo de buscas inexas e totalmente nexas que envolvem o ato que gera aquilo que se quer ou se pensa.
Una. É o necessário.